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Equipe Diocese São Luíz


Pe. Edinaldo Silva Rosa




Ordena??o Diaconal: 2005-02-26
Ordena??o Sacerdotal: 2005-07-09
E-Mail: seminariomenor@diocesesecaceres.com.br
Idade:44anos
Endereço: Av. Tancredo Neves, 1905
Telefone: (65) 3222-1426
Paróquia:





BIOGRAFIA



Eu nasci em Ituêta, uma pequena cidade em Minas Gerais, no dia 16/06/1975, filho de Jose Amâncio Rosa e Euri Rodrigues Rosa, sendo eu o quinto dos sete filhos do casal. Recebi o Sacramento do Batismo neste estado e nos primeiro meses de vida deixei a terra natal com a família e mudamos para Rio Branco, Mato Grosso.



Filho de pais católicos praticantes, sempre a casa de minha família foi frequentada por padres (desde o Estado de Minas Gerais), que esporadicamente visitavam e celebravam nas comunidades rurais.



Desde criança aprendi que a oração é fundamental na vida do cristão. Devotos de Nossa Senhora Aparecida, rezava diariamente antes de dormir, com os pais e os irmãos, a reza do terço. E esse hábito perdurou até os dias em que ingressei no Seminário Bom Pastor, em Cáceres, em Março de 1996, onde cursei o ensino médio. E a partir daí, comecei uma nova etapa, que é a formação específica ao sacerdócio. Em 1998 conclui o ensino médio, em 1999 iniciei o curso de filosofia e em 2001 o curso de teologia, sendo estes dois cursos em Cuiabá. Finalizei os estudos em dezembro de 2004, colocando-me a disposição para o servir a Diocese de São Luiz de Cáceres.



A estrutura familiar é um forte pilar onde se edifica e se desenvolve a vocação. Se tratando de vocação sacerdotal, pode-se dizer que esta é fomentada sob forte influência da família e ambiente social/comunitário.



O termo vocação é muito comum no nosso vocabulário de igreja, significa chamado, voz que ecoa. As Sagradas Escrituras apresentam situações onde Deus faz seu chamado em alta voz ou na suavidade da brisa, como aconteceu com os profetas Samuel e Elias. Ao primeiro, Deus se manifesta, chamando-o em alta voz, ao segundo, na suavidade da brisa.



Por três vezes o Senhor, em alta voz, chama o jovem Samuel e, ele não compreende que é o Senhor que o está chamando. Por fim, orientado pelo ancião Eli, ele responde: “Fala, Senhor, que teu servo escuta” (cf: 1 Sm 3, 1-14).



Deus também chama no silêncio, como na suavidade de uma brisa. Foi assim, a experiência de Elias: “... Então aconteceu um furacão que tão violento rachava as montanhas e quebrava as rochas diante de Javé, no entanto, Javé não estava no furacão. Depois do furacão, veio então o terremoto. Javé, porém, não estava no terremoto. Depois do terremoto, veio também o fogo, e Javé não estava no fogo. Depois do fogo, ouviu-se uma brisa suave...” (1 Rs 19, 11b-12)



Pode-se assim, argumentar pela Bíblia, as diversas vezes em que Deus emitiu o seu chamado por variadas formas às suas criaturas. Conclui-se que Deus chama as pessoas para uma vocação específica, usando métodos diferentes: em voz alta ou na suavidade de uma brisa.



Assim como o profeta Elias, senti-me chamado por Deus. E esta voz silenciosa de Deus ecoou em meus ouvidos desde criança.



Na formação da pessoa, em suas diversas dimensões: psíquica, moral, intelectual e principalmente religiosa, a família, sem dúvida alguma, tem um papel fundamental. Vivi a experiência da contribuição da família na minha formação humana/religiosa.



Como o barro na mão do oleiro, potencialmente poderá tornar-se telha, tijolo, vaso ou outro objeto do gênero, assim também, a pessoa orientada e modelada por uma formação nos moldes cristãos, tornar-se-á muito provavelmente uma pessoa portadora de valores humanos e cristãos.



Aprendi, desde criança, que o cristão autêntico deve praticar uma vida de oração diária, compromisso com a comunidade. Ainda adolescente, frequentava ativamente os grupos de reflexões, ajudava a celebrar o culto dominical, auxiliava na catequese entre tantas outras atividades da comunidade. Baseados nestes critérios e apoiado na estrutura familiar, assim vivi toda a minha infância e juventude.



Nos últimos semestres do curso de Teologia, estudando o Novo Testamento, deparei-me com esta frase na carta de São Pedro endereçada aos anciãos, onde ele diz: “Sede pastores do rebanho de Deus, a vós confiado” (1Pd 5,2). Sem ter a pretensão de fazer aqui uma exegese, mas somente ressaltando o contexto da obra, o Apóstolo pede zelo e dedicação aos colaboradores de Deus, em relação ao povo a eles confiado.



As palavras, na carta de São Pedro, ficaram dentro de mim. Fiquei refletindo sobre este versículo. Logo conclui que esta frase traz em seu conteúdo, a essência da missão sacerdotal: doação, zelo, entrega, entre tantos outros serviços. Portanto, eu a escolhi como lema da minha ordenação sacerdotal.



Após concluir os estudos de filosofia e teologia, fui ordenado diácono, por Dom Jose Vieira de Lima, na catedral São Luiz de Cáceres, no dia 26 de Fevereiro de 2005. No dia 09 de Julho, do mesmo ano, fui ordenado sacerdote, na paroquia São Roque, em Rio Branco – MT.



É prazeroso exercer, todos os dias, o ministério sacerdotal, procurando aperfeiçoar, a cada momento, o ofício de pastor zeloso e diligente. Acredito que, em cada celebração Eucarística, nas visitas aos doentes, nas confissões, nos momentos de dispensas dos sacramentos e em tantas outras atividades pastorais, faço memória e atualizo o meu lema sacerdotal: ser pastor do rebanho de Deus a mim confiado.



Atualmente exerço meu ministério sacerdotal nas Paróquias Bom Jesus – Reserva do Cabaçal e Nossa Senhora do Rosário de Fátima – Araputanga, procurando imitar Nosso Senhor Jesus Cristo, na oração, no zelo, na acolhida e no amor aos fiéis, como Ele mesmo nos ensinou.